01 novembro 2017

23:40

Faculdade: E agora? #11 • Viver com os pais vs Viver sozinho

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A menos que se estude na nossa cidade Natal ou realmente pertinho, ser um estudante deslocado não é novidade nenhuma quando se trata do Ensino Superior. Para a maioria dos estudantes universitários, é a primeira vez que se sai do ninho e se aprender a viver longe dos pais. E estando eu no meu terceiro ano como estudante deslocada, tenho alguma qualificação para falar do assunto, não? Eis as principais diferenças entre viver com a família e viver longe deles - seja sozinho ou com colegas de casa.




1. Tarefas? Isso come-se?


Com os pais

Se não tiveres o quarto limpo e arrumado em exatamente cinco minutos depois de a mãe te ordenar que o arrumes, é altamente provável que vás ter de ouvir o equivalente ao Sermão de Santo António aos Peixes sobre responsabilidade, organização e limpeza. Então tu limpas em quatro minutos e meio e o que sobra é 'pra verificar se ficou tudo limpo.

Sozinho

Tu decides que vais ser responsável e fazes uma lista toda bonita com todas as tarefas que tens de fazer: numerada, com cores para definir prioridade, com direito a tabela de horários e tudo, estipulas tempos para cada tarefa, produtos, grau de dificuldade, onde, como, quando, porquê. Acabas a dormir até ao meio dia e a passar a tarde no café. Quando chegas a casa, às onze da noite, decides que amanhã é que vai ser.


2. Refeições são uma lenda distante


Com os pais

É meio dia e meio em ponto e a mãe está a chamar-te para ir almoçar/jantar. Se demoras dois microssegundos a chegar à mesa, ela chama o 112 porque a única coisa que justifica um atraso desses é morrer. 

Sozinho

Acordas ao meio dia, comes uma tigela de cereais, enfias uma barra de cereais na mala e vais para as aulas. Para o jantar, percebes que já passa das dez e não te apetece cozinhar, então vais ao Mac. 


3. Ferro de engomar é para os fracos


Com os pais

É só vestires aquelas calças que estão rasgadas nos joelhos para os teus pais te lançarem aquele olhar reprovador e te perguntarem se por acaso foste atropelada; um vinco na t-shirt é suficiente para a tua mãe de mandar trocar de roupa; e ai de ti se saíres de casa com aquelas sapatilhas que parecem ter passado pela guerra.

Sozinho

A roupa sai diretamente do estendal para o teu corpinho e é mais provável que uses a mesma camisola dois dias seguidos do que de ires às aulas; já adoptaste o look de sem abrigo desde a primeira semana de aulas e é preciso motivações muito fortes para mudares isso.


4. O curso faz-se por recurso


Com os pais

Tu tens de estar acordado às 07h30 para teres aula às 08h30, e depois tens uma maratona de cinco horas de aulas com uns dois intervalos no meio. Noventa minutos para almoçar e depois novamente aulas o resto da tarde. Chegas a casa e ainda tens de ir estudar ou fazer trabalhos.

Sozinho

Tens aulas às 09h30 e acordas às 09h29, tomas o teu pequeno almoço muito tranquilamente, vestes-te, se preciso tomas banho, e chegas à faculdade às 10h30. Vais à terceira aula e depois vens para casa ou vais para a esplanada porque já sentes o cérebro cansado. Trabalhos de casa não existem e o estudo faz-se na véspera das frequências.


5. Dinheiro que desaparece


Com os pais

Só tens de preocupar em comprar as senhas da cantina, os lanchinhos no bar da escola e as guloseimas no café ao fundo da rua. Se for preciso, ainda te sobra dinheiro para uns dez cafés. 

Sozinho

Tu pensas que o dinheiro vai chegar, mas dás por ti a meio da semana a conter as moedas de cêntimo para comprar um café. Tens de pagar as contas da casa, as fotocópias, a comida, os lanches, o café e os finos, e no final nem sabes para onde é que o dinheiro foi. 



25 outubro 2017

14:08

Como eu mudei de vida com 5 pequeninas coisas

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Sabem como às vezes nos apetece mudar algo na nossa vida, mas não sabemos bem o quê? Ou quando chegamos à conclusão que, ok, não está tudo bem, mas dá demasiado trabalho mudar? Este post serve para vos mostrar que se pode,sim, mudar a nossa vida sem ter de fazer mudanças drásticas e sem esforço nenhum: com coisinhas pequeninas e que por vezes não damos importância. 


Este foi o método que eu usei para mudar a minha, mas a fórmula mágica varia de pessoa para pessoa e daquilo que ela gostaria de mudar. 




1. Comecei a alimentar-me melhor

Cortei nas carnes vermelhas, nos fritos, no sal e no açúcar, na maioria dos temperos e nos doces; e comecei a apostar em legumes, vegetais, leguminosas, fruta e saladas, além de muita sopa e grelhados. Não se pode dizer que seja uma dieta - é reeducação alimentar. Não significa que ao fim de semana eu não coma porcarias, ou que mesmo durante a semana eu não vá até ao café com os amigos uma vez - mas são é exceção e não a regra. Aliás, o truque para não ter vontade de comer porcarias, é simplesmente não as ter em casa.


2. Comecei a sair mais de casa e a caminhar mais

Pelo menos duas vezes por semana, pego numa amiga ou colega de casa e vou dar uma volta pela cidade a pé. E além desses dois dias de caminhada, ainda tento ir pelo menos uma vez ao café, à cantina da Universidade ou a algum sítio diferente para turistar.

3. Apaguei todas as aplicações desnecessárias

Primeiro o Messenger do Facebook decidiu deixar de funcionar no meu sistema operativo - então tive de o apagar. Depois, decidi aproveitar esse gatilho e apaguei também a aplicação do Facebook. Entretanto, o meu telemóvel fez atualização para Windows 10 e o Messenger voltou a estar disponível, mas eu decidi não o reinstalar - o meu telemóvel está, e planeio que continue, livre de Facebook Inc. A seguir foi o Twitter. Como nunca tive Snapchat, não tive de me preocupar com ele. A única app de que eu não consigo libertar-me - e nem quero - é o Instagram, simplesmente porque o meu lado fotográfico fala mais alto.

4. Batidos tornaram-se os meus melhores amigos
O que torna os milkshakes não-saudáveis, é a quantidade de açúcar que, muitas vezes, as pessoas lhes adicionam. Por isso eu simplesmente comecei a não meter açucar nos meus, a fazê-los o mais básicos possível. Um que eu faço muito frequentemente é um batido simples, que deixo abaixo:

1 banana madura
1 ou 2 maçãs
2 kiwis
1 taça de cereais de morangos e frutos do bosque,
1 colher de chá de canela 
1 chávena de chá de água ou de leite

A banana e a canela ajudam a cortar a acidez dos frutos e do kiwi, e fica um batido super nutritivo e saboroso. Aliás, essas quantidades dão para três copos normais.

5. Ler sempre um pouquinho antes de dormir

Desde que fui para a faculdade que os meus hábitos de leitura ficaram em níveis baixíssimos. Há sempre alguma coisa para fazer, ler, escrever ou algum sítio para ir. Além do mais, tendo o computador sempre à mão leva a que eu prefire procrastinar na internet do que pegar num livro. Assim sendo, a solução mais simples que encontrei foi esta - ler sempre um pouquinho quando for para a cama. Em dias mais pesados, leio só um capítulo, mas noutros leio dois ou três. É pouquinho de qualquer forma, mas é uma avanço considerável para alguém que a certo ponto só lia uma ou duas vezes por semana.


E vocês? Qual seria a vossa fórmula?



18 outubro 2017

14:26

Sou o Último Judeu, de Chil Rajchman

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Título Portugal: Sou o Último Judeu (Treblinka: 1942-1943) 
Título Brasil: Eu sou o Último Judeu (Treblinka: 1942-1943) 
Título Original: Je suis le dernier Juif 
Editora: Editorial Teorema 
Edição: 2009

Sinopse: Chil Rajchman tinha 28 anos quando foi deportado para Treblinka, em Outubro de 1942. Depois de ser separado da família e companheiros de viagem à saída do comboio, conseguiu escapar às câmaras de gás ao tornar-se funcionário na triagem de vestuário, cabeleireiro, transportador de cadáveres ou «dentista». Num caderno, deixou anotadas todas as coisas terríveis que presenciou naquele que foi o maior campo de extermínio nazista. Chil foi um dos 57 sobreviventes, entre os 750mil judeus enviados para Treblinka. 

Opinião: Esta é uma obra que impressiona mais do que inicialmente se esperaria - mesmo para um livro cuja temática é exclusivamente o Holocausto. Quem lê já sabe o que esperar - ou pelo menos, pensa que sim -, mas é difícil não nos surpreendermos com o que encontramos nas suas páginas. 

Trata-se de um relato na primeira pessoa despida de preconceitos (ou assim mo pareceu), limpo, objetivo, claro. A forma como as "coisas" nos são apresentadas é crua. Tão crua que a certa altura podemos mesmo começar a questionar a "humanidade" do narrador/protagonista, que relata grandes atrocidades sem lhes acrescentar comentários pessoais depreciativos; ele limita-se a narrar o que acontece. Chega mesmo a parecer uma narração de alguém que viu, não que viveu. 

Ao longo da obra somos presenteados com um relato brutal dos massacres e crueldades que sofreram os prisioneiros de Treblinka, cada atrocidade pior que a outra e cada visão dessas mesmo atrocidades mais sensível que as outras. Mas, apesar de todas essas coisas horríveis, a que mais me marcou foi, no final do livro, um pequeno parágrafo após a fuga de Chil para uma casa de camponeses: 


"Quando entro em sua casa, vejo uma mulher com um bebé nos braços. Aperto contra mim o bebé e beijo-o. Ela olha-me, estupefacta, e eu digo-lhe: «Minha senhora, faz um ano que não vejo uma criança viva...» Choramos todos. Ela dá-me de comer e, reparando que estou molhado, traz-me uma camisa do marido. Diz-me que se trata da sua última camisa."


Esse excerto é, na minha perspetiva, o que mais sintetiza todo o livro: a mortandade e a crueldade, lado a lado com a bondade e a esperança, em poucos linhas e poucas palavras. 

Não é um livro de uma escrita encantadora, nem precisa de o ser. A história fala por si e não são necessários quaisquer tipos de acessórios para a complementar. Ela completa-se sozinha. 

Recomendadíssimo, apesar da sensibilidade do tema.



11 outubro 2017

02:39

Faculdade: E Agora? #10 • 10 Dicas Para Fazer Trabalhos Melhores


Olá, pessoal! Já não aparecia por aqui com um título inquestionavelmente útil há algum tempo, pois não? (Embora, convenhamos, os meus artigos são sempre um pouco questionáveis). Desta vez peguei na minha experiência académica no mundo dos trabalhos escritos e decidi que está na hora de o pessoal saber de algumas dicas supimpas (aprendi essa palavra engraçadita com os nossos colegas brasileiros) que podem salvar alguns trabalhos (ou não). 'Bora?


1. A Wikipédia não, mas a Bibliografia dela, sim

Que a Wikipédia não é fonte fidedigna de pesquisa, isso já estamos nós bem fartos de ouvir milhares de vezes. Mas nunca ninguém disse nada sobre a bibliografia dela, pois não? Muitas vezes os artigos são baseados em livros e artigos legítimos que, esses sim, poderão ajudar-te no teu trabalho; usa esses (depois de confirmar a legitimidade deles, ok?). Além disso, sites cujo domínio termine em .org, .edu ou .gov tendem a ser mais fidedignos (e o domínio diz tudo, não diz?); a base de dados da tua biblioteca escolar também é um bom sítio (aliás, é o melhor de todos).

ps.: Não me esfolem; sei que não é das melhores dicas, mas sempre é melhor do que usar a Wikipédia... não? Não? Ok. 

2. Usa fontes limpas e legíveis

No meu curso, costumamos brincar e dizer que "na dúvida, usa Helvetica". É uma piada "interna" entre designers, mas reflete-se em quase tudo na nossa vida académica e profissional também. Isto porque a Helvetica é considerada como umas fonte preferencial para trabalhar (e isto é perfeitamente discutível). Então, "na dúvida, Helvetica". Ou Arial, a prima em segundo grau. Ou a Frutiger, que é assim para o jeitosinha.  Só não usem, jamais, em circunstância absolutamente nenhuma (como é que posso dar mais ênfase a isto? Apenas.... NUNCA USEM) Comic Sans ou fontes do mesmo estilo. Não para trabalhos académicos. Jamais. Leram bem? Never.

3. Acompanha alguns blogues úteis

Tens o Uniarea, é claro. O Uniarea é o rei dos artigos dedicados a estudantes do ensino superior em Portugal. Mas sabias que existe um universo enorme de blogues pessoais dedicados ao assunto também? Se fores bonzito a inglês, recomendo-te o The Young Hopeful, o 'Her Campus' (que, bom, é mais dedicado a o público feminino, mas só não lê o masculino se não quiser, porque a vida académica não tem género), o Welcome do Ally's Worlds e o Chase the Write Dream.

4. Desliga um pouco

Sejas tu o tipo de pessoa que só funciona numa maratona de 5h consecutivas de trabalho, ou do tipo que faz pausas de 5 em 5 minutos, desligar é essencial. E quando digo 'desligar', o que eu quero dizer é: realmente desligar. Das redes sociais e das distrações todas. Se for preciso, desligar também a internet. Já falei um pouco mais detalhadamente sobre isso num outro artigo meu sobre os erros que os estudantes cometem, mas nunca é demais avisar que há formas de combater as distrações e sobre a importância de parar, ir apanhar ar, e voltar somente de cabeça fresca. Um método que eu uso muito, é fazer e guardar a pesquisa toda, desligar da internet ou ir para um sítio sem ela, e depois trabalhar com o que tenho.


5. Sê acompanhado/a pelo teu professor

Sim, eu sei, nem sempre os professores são os mais acessíveis nesse quesito, mas garanto-te que se eles te acompanharem ao longo do trabalho a máquina vai funcionar um pouco melhor - pelo menos porque, se fizeres algum erro grave, ele pode ser detectado com antecedência suficiente para ser corrigido. E não custa tentar, não é?

6. Organiza-te

Mais fácil falar do que fazer, mas a organização é a chave fundamental para que todo o projeto corra bem. Sim, todos nós conhecemos aquelas pessoas que fazem trabalhos de um dia para o outro e saem-se bem (provavelmente até somos essas pessoas), mas isso retira em considerações dois factores: a) a cultura anterior dessas pessoas permite-lhes realizar o trabalho com mais facilidade; e b) quando metem mãos à obra, são metódicas e organizam-se bem para que o trabalho saia bem. Não é uma questão de sorte, não. É uma questão de gestão de tempo e organização. 

7. Evita a primeira pessoa

Eu tenho uma alma de humanidades e artes, mas nos meus tempos de estudante do básico, se houve algo que eu aprendi nas disciplinas de Ciências da Natureza e Físico-Química, foi que relatórios não se escrevem na primeira pessoa. Ponto. E chegar ao ensino superior e continuar a cometer esse erro é um pouco grave demais. Portanto, fica a dica: não uses a primeira pessoa! Recorre ao impessoal; em vez de escrever "procedemos a concretizar isto", diz antes "procedeu-se à concretização de". "Tu" não existes. 

8. Não, o corretor do Word não faz tudo

Não entregues um trabalho sem fazeres a tua própria revisão. O Word até pode estar a dizer-te que não tens erro absolutamente nenhum, mas posso garantir-te que há erros. Isto porque o programa lê as palavras, mas não o contexto dela, e podes perfeitamente ter algo como "é um chique de culturas" em vez de "choque" e o abençoado detetor de erros não percebe a diferença. 


9. Larga as introduções e conclusões padrão que usas desde o 9º ano.

"Realizámos entre trabalho no âmbito de" e "concluímos que este trabalho foi interessante" está mais do que morto e enterrado e só mostra que não sabes sequer do que se trata o trabalho. Deixa a introdução e a conclusão para que sejam feitas por último no trabalho e usa-as para fazer uma apresentação e um resumo, respectivamente, do que se trata o trabalho.

10. Usa palavras mágicas

Nem todos somos Eças de Queirós com o dom da escrita, capazes de usar palavras complicadíssimas que fazem as maravilhas dos trabalhos e nos fazem super-parecer-mega inteligentes. Mas também somos demasiado preguiçosos para ir ler uns livros, procurar no dicionário ou abrir uma janela do Google e pesquisar 'sinónimos de'. Mas tudo bem! O Word tem a solução perfeita para isso - e tu provavelmente até já conheces, mas nunca te lembras de usar. 
Basta que cliques sobre uma palavra com o botão direito do rato, desces até "sinónimos" e selecionas a que te parecer mais adequada (se tiveres dúvidas, consulta um dicionário a sério para teres a certeza que é um sinónimo correto). Ah, às vezes esse ferramenta funciona menos bem com verbos no gerúndio ou palavras acabadas em '-mente', mas basta procurar com a raiz do verbo/palavra (em vez de 'completamente', procurar o sinónimo de 'completa' e depois adaptar). 


Basicamente, essas são as principais regras que eu costumo usar para a maioria dos trabalhos teóricos que vou fazendo. Não são nada de outro mundo, mas conjugadas com uma boa pesquisa, boa ortografia e bastante trabalho de fundo, podem fazer a diferença.

E quais são as vossas dicas para que os trabalhos saiam bons?



06 outubro 2017

23:47

5 Motivos Porque eu Amo o Outono

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Depois de fazer uma lista de Cinco Motivos Porque Eu Odeio o Verão, venho agora trazer uma lista com Cinco Motivos Porque Eu Amo o Outono. E eu amo o outono na mesma proporção em que odeio o verão. Isto não faz sentido para muita gente, mas basta que faça sentido para mim. Portanto:

Porque é que eu amo o outono?


1. Cores bonitas

Há altura do ano com cores mais bonitas do que o Outono? Para mim, não. Nem as mil cores da primavera, nem os verdes do verão. Para mim, os laranjas, vermelhos e castanhos do Outono são as cores mais bonitas do ano. 

2. Começa a ficar fresquinho  

É sinónimo de 'adeuzinho, verão, até para o ano' (e eu odeio o verão, não é?), sinónimo de que os dias de calor intenso estão a chegar ao fim e o sol deixa de quase cegar e derreter. É sinónimo de poder ir para a faculdade ou para qualquer lado sem ter de me preocupar em ficar derretida nos primeiros cinco minutos fora de casa. 

3. Roupas quentinhas

É a altura em que se pode usar roupas quentinhas sem ter de parecer um chouriço ambulante, como no inverno. Está frio, mas não tanto frio que precisemos de três camisolas e um casaco polar. Já se pode usar botas, mas não precisamos de dois pares de meias. E os gorros são mais para o estilo do que para aquecer as orelhas. 


4. Dias nublados

Eu adoro dias nublados. São fresquinhos, a luz é bonita e não preciso de usar boné ou preocupar-me com o calor e o sol. Só não gosto de conduzir no nevoeiro, mas acordar e olhar lá para fora e ver a cidade coberta de nuvens deixa-me realmente feliz.

5. É a chegada do inverno

A única outra altura do ano que eu adoro é o Inverno (desculpa, Primavera, mas eu apenas gosto de ti <3); então, Outono significa que o tempo de frio se vai prolongar por alguns meses, com o seguimento do Inverno. É sinónimo de mais dias nublado, chuva e todas as outras coisas que mencionei acima. 

Resumindo: eu amo o outono. E não podia estar mais feliz por já ser outono (apesar de estar invulgarmente quente este ano e eu não achar muita graça a isso - OI, São Pedro? Devolve o Outono, por favor!).



04 outubro 2017

13:58

Mega Lista de Sites de Stocks

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Apesar de termos um post só com todo o tipo de fontes imagináveis de recursos, tutoriais e dicas aqui no blog, surgiu a necessidade de ter um apenas para sites de stock, considerando a quantidade quase infinda de sites existentes. Estará em atualização conforme forem surgindo mais ou formos descobrindo mais, e sintam-se livres para partilhar este post por mundos e fundos e ajudar os coleguinhas que precisam de imagens de stock grátis e boas.


ATENÇÃO:
Ler os termos de uso individuais de cada site antes de usar, verificando o que pode ou não ser usado livremente. Eu não me responsabilizo por quaisquer eventualidades que possam ocorrer a quem recorrer a esta lista.



- Picjumbo: https://picjumbo.com/
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